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segunda-feira, 2 de maio de 2016

Elias caça “fantasmas” minimiza ultimas eliminações do timão na Arena.


Elias não gosta de ouvir contestações ao Corinthians. Nesta segunda-feira, após treinar em Itaquera, o meio-campista caçou todos os “fantasmas” que assombram a equipe às vésperas do jogo decisivo contra o uruguaio Nacional, pelas oitavas de final da Copa Libertadores da América.

O primeiro estigma que incomodou Elias diante das câmeras de televisão tratava das eliminações amargadas em Itaquera. No estádio que possui desde 2014 (e onde acumulou 50 vitórias, 12 empates e apenas quatro derrotas), o Corinthians já caiu diante de Grêmio Osasco Audax e Palmeiras, pelo Campeonato Paulista, do Santos, pela Copa do Brasil, e do paraguaio Guaraní, pela Libertadores.

“Vamos tirar esse fantasma. Uma hora, a gente vai encaixar uma sequência de vitórias, e todo o mundo vai se esquecer disso. É só um fantasma do futebol, que não levamos para dentro de campo. Contra o Nacional, esperamos o apoio do nosso torcedor. Que eles venham sabendo que será um jogo difícil, competitivo”, comentou Elias.

Para superar o Nacional, o Corinthians precisará de uma vitória simples, uma vez que vem de um empate por 0 a 0 em Montevidéu. Qualquer igualdade por outro placar dará a classificação aos uruguaios.


Um dos corintianos que se irritaram com quem não achou o empate sem gols fora de casa um bom resultado, Elias voltou a se posicionar com impaciência na tarde desta segunda-feira: “Vocês é que criam esses fantasmas. Quando cheguei do Uruguai, um jornalista me perguntou se o 0 a 0 preocupava. E o Atlético-MG (ficou no 0 a 0 com o Racing na Argentina) foi recebido com festa! As pessoas criam muitos fantasmas porque é o Corinthians”.

Um fantasma que o próprio Corinthians criou em 2016 foram os pênaltis. De nove cobranças que teve na temporada, o time errou seis. O fraco aproveitamento já rendeu um tropeço em clássico diante do Palmeiras e a eliminação no Paulista, para o Audax. A vaga nas quartas de final da Libertadores será decidida da marca da cal em caso de novo 0 a 0.

“Todos estamos treinando pênaltis. Na hora, o Tite vai escolher quem estiver em melhores condições física e psicológica”, disse Elias, que não bateu pênalti diante do Audax e desperdiçou em disputa com o Palmeiras em 2015. “Pênalti é competência. Não temos sido competentes. No ano passado, o nosso batedor era o Jadson, que não perdia. Tomara que marquemos mais gols de pênalti logo para tirar esse peso negativo. Mas espero que não precisemos disso para passar pelo Nacional.”

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